Você sabia que até 1% dos pacientes operados por apendicite têm na verdade o diagnóstico de tumor de apêndice? O cirurgião oncológico do Gastro Medical Center, Eduardo Zanella Cordeiro, explica esta estatística hoje, 4 de fevereiro, Dia Mundial de Combate ao Câncer.

Segundo o médico, os tumores de apêndice cecal são raros, e correspondem a somente 0,5% dos tumores gastrointestinais. Ele tem uma incidência de 1 caso para cada 100 mil habitantes. Por outro lado, no Brasil, são realizados mais de 100 mil apendicectomias por ano, o que estatisticamente levaria a mil casos novos de tumores de apêndice diagnosticados anualmente.

“Apesar de um diagnóstico raro, ocorre com certa frequência, em situações muitas vezes inesperadas, em que nem o médico assistente e muito menos o paciente sabem o que fazer”, alerta Eduardo.

O cirurgião explica que os tratamentos para tumores de apêndice, assim como o prognóstico dependem de uma série de fatores e particularidades. Na maioria das vezes somente a apendicectomia não será suficiente, e um tratamento complementar será necessário.

“Importantíssimo saber que quando há ruptura do tumor, pode ocorrer disseminação da doença pela cavidade abdominal, que pode ficar repleta de implantes tumorais. Essa condição é conhecida como pseudomixoma peritoneal”, afirma Eduardo.

Diante de um diagnóstico de um tumor de apêndice a avaliação de um cirurgião oncológico é muito importante.

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