O câncer de intestino é o terceiro tipo de câncer mais frequente em homens (após próstata e pulmão) e o segundo entre as mulheres (após o câncer de mama). É uma doença que acomete o intestino grosso (subdividido em cólon e reto) e o mês de setembro fica Verde como forma de alertar para a importância da prevenção a esse tumor.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a cada ano, há mais de 34 mil novos casos de câncer colorretal, dois quais, mais de 15 mil resultam em óbito.

O diagnóstico e a prevenção é realizado por meio da colonoscopia, que realiza o diagnóstico precoce do câncer e assim, contribui para a prevenção porque é capaz de identificar lesões que podem ser removidas durante o exame e encaminhadas para biópsia conclusiva.

Apesar de ser prevalente a partir de 65 anos, nos últimos anos observou-se um aumento dos casos de câncer colorretal entre a população mais jovem e por isso, a idade para a realização do primeiro exame baixou para os 45 anos. Em casos de histórico familiar, o rastreamento deve ser iniciado antes, de acordo com orientação do coloproctologista.

Fatores de risco

São muitos os fatores de risco, entre eles, destacamos:

– mais 50 anos;
– histórico familiar;
– pólipos intestinais (adenomatosos);
– histórico pessoal de outros tipos de câncer;
– obesidade;
– sedentarismo;
– doenças inflamatórias do intestino;
– alcoolismo;
– tabagismo;
– alto consumo de carnes vermelhas;
– baixo consumo de frutas, verduras e legumes.

Sintomas

Os sintomas do câncer de intestino podem variar de acordo com o tamanho e a localização. São mais facilmente observados nos casos avançados, por isso não é indicado esperar o surgimento deles para realizar os exames preventivos. Todas pessoas com mais de 45 anos devem realizar a colonoscopia.

Os sintomas mais comuns são:

– dor ou desconforto abdominal (cólicas e sensação de estufamento);
– fraqueza e/ou anemia;
– perda de peso;
– náuseas e vômitos;
– mudança na rotina intestinal (diarreia ou constipação);
– sangramento anal ou nas fezes;
– dor ao evacuar e sensação de que a evacuação nunca é completa;
– aumento do volume abdominal.

Tratamento

Como qualquer tipo de câncer, o tratamento depende do estágio em que a doença é diagnosticada. Basicamente, é feita a retirada dos tumores e o tratamento multidisciplinar, que pode envolver quimioterapia e/ou radioterapia.

Vamos falar mais sobre o assunto durante o mês de setembro. Acompanhe!

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Consulte um médico em caso de dúvidas.

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