O câncer colorretal, que acomete o intestino grosso e o reto, excluindo os tumores de pele não-melanoma, é o segundo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres, ficando atrás somente do câncer de próstata e mama, como citamos em outras oportunidades neste espaço.

Também comentamos em outras postagens que a doença pode ser prevenida por meio do exame de colonoscopia em que se identifica e remove os pólipos antes de se transformarem em malignos. Esse exame é fundamental e capaz de mudar a história natural da doença, reduzindo a mortalidade. No entanto, quando o câncer já está instalado é necessário tratar.

O cirurgião oncológico do Gastro Medical Center, Rodrigo Baretta, explica que o tratamento do câncer de reto médio e inferior depende do estadiamento da doença. Caso seja uma lesão bem inicial pode ser removida endoscopicamente (durante o exame de colonoscopia), não requerendo nenhum tratamento adicional na maioria das vezes.

Caso a lesão seja mais avançada o tratamento inicial não é cirúrgico. “Normalmente realiza-se tratamento com radioterapia e quimioterapia e após seis a 12 semanas é feita a cirurgia. Após a cirurgia, na maioria das vezes, é necessário realizar um tratamento com quimioterapia por um período aproximado de seis meses”, afirma.

Outra particularidade do tratamento do câncer de reto é a necessidade do uso de bolsa de colostomia normalmente temporária. Para os tumores de reto superior, médio e tumores mais proximais do reto distal, sendo revertida após o término do tratamento oncológico. Para os tumores de reto inferior mais distais (mais próximos ao ânus) pode ser necessário o uso da bolsa de colostomia de forma definitiva, caso seja necessário retirar o ânus durante a cirurgia para se obter a completa remoção do tumor.

“De modo geral os tratamentos têm trazido bons resultados, mas tudo irá depender de cada paciente e do estágio em que se descobriu a doença. Por este motivo é importante reforçar a necessidade da prevenção por meio do exame de colonoscopia a partir dos 45 anos ou em caso de histórico na família, 10 anos antes da idade que o familiar diagnosticou o câncer colorretal”.

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