Confira o documento completo das Sociedades Brasileiras de Reumatologias (SBR), Dermatologia (SBD) e Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB) AQUI.

ORIENTAÇÕES AOS PACIENTES

Para todos, incluindo pessoas em imunossupressão, recomendamos fortemente que permaneçam atentos às últimas informações sobre o surto da COVID-19 em suas regiões, tal como aquelas disponíveis nos sites da OMS, do MS e das autoridades públicas locais e nacionais de sua região, assim como das sociedades médicocientificas.

A MELHOR ESTRATÉGIA É A PREVENÇÃO, ou seja, evitar a exposição, até que a vacina específica esteja disponível.

1. Pacientes em imunossupressão devem ser sempre testados para o coronavírus? 

Até o momento não há recomendação para esta conduta. Devem ser testados para o novo coronavírus somente os pacientes com suspeita de infecção pelo vírus, de acordo com orientação do Ministério da Saúde. As diretrizes nacionais e internacionais não consideram pacientes com doença crônicas de maneira diferente da população geral. 

2. Os indivíduos em imunossupressão apresentam maior risco de infecção pelo coronavírus? 

Qualquer vírus respiratório que pode ser transmitido de uma pessoa para outra pode representar um risco para pacientes com imunodeficiências. Portanto, estes indivíduos devem seguir rigorosamente as medidas de prevenção de infecção e contenção de acordo com a orientação do Ministério da Saúde.

3. Os pacientes em imunossupressão apresentam maior risco para a infecção pelo coronavírus mais grave? 

Ainda não há informações na literatura que demonstraram maior risco para infecção pelo coronavírus mais grave em pacientes em imunossupressão. No entanto, com base em epidemias anteriores, os especialistas acreditam que possa haver esta possibilidade. Por isso, essa população deve adotar as medidas preventivas rigorosamente. Pacientes em imunossupressão que morem em locais com alta prevalência de infecção pelo coronavírus devem tomar todas as precauções mencionadas e aderir às recomendações de restrição e contenção locais como: trabalhar em casa e não frequentar locais públicos e com possível aglomeração, por exemplo. Além dessas precauções, aconselhamos aos pacientes em imunossupressão que entrem em contato com seus médicos se houver suspeita de uma infecção, com o objetivo de receber orientações o mais precocemente possível. E, principalmente, não suspenda medicações antes de discutir com seu médico, como explicado a seguir. 

4. Pacientes em imunossupressão pelo uso de medicamentos imunossupressores ou imunomoduladores, devem suspender o seu tratamento? 

Estes pacientes devem manter seu tratamento regularmente até recomendação em contrária de seus médicos. Esta deve ser uma decisão compartilhada, caso haja sinais de infecção e/ou comprovação da infecção pelo coronavírus, especialmente os corticosteroides, que devem ser retirados de maneira gradativa. 

5. As medicações para osteoporose, osteoartrite (artrose), gota, fibromialgia aumentam o risco? Essas doenças estão incluídas no grupo de risco? 

Como estas situações não estão relacionadas à imunodeficiências ou ao uso de medicamentos imunossupressores, recomenda-se seguir todas as precauções para prevenção indicadas ao público em geral. 

6. Devo utilizar máscaras? 

O benefício de usar máscaras em público é controverso, mesmo para pacientes em imunossupressão. Máscaras geralmente não são eficazes para prevenir a infecção. A maioria das pessoas não possuem treinamento apropriado para utilizá-las. Máscaras devem ser trocadas frequentemente e é possível que seu uso aumente a chance de contaminar a face com as mãos no momento de ajustá-la. O uso de máscaras está recomendado apenas para os pacientes sintomáticos, não sendo necessário para aqueles assintomáticos. A máscara não previne completamente a transmissão do vírus, mas é um bom lembrete para não tocar no rosto e serve como aviso a outras pessoas de que o paciente pode estar infectado. Em geral, os pacientes imunossuprimidos devem ter cuidado especial em relação a exposição, principalmente em situações de aglomeração e seguir rigorosamente as orientações de prevenção, que são as mesmas descritas pelo Ministério da Saúde para a população em geral. O CDC (Center for Disease Control and Prevention) não está recomendando o uso de máscara para proteção contra infecções fora do ambiente hospitalar, até o momento. 

7. Quais as recomendações sobre aglomerações e viagem ao exterior? 

Todas as pessoas, principalmente em imunossupressão, devem evitar viajar para os locais onde existam casos de coronavírus confirmados. Da mesma forma, se possível, devem-se evitar ambientes com aglomerações humanas. 

8. Caso contraia o vírus, a minha doença pode piorar?

Não existem evidências robustas quanto a isso, pois se trata de uma doença viral muito recente, de curto período de duração (até 12 dias) e de curso, usualmente, benigno, que vai parecer um resfriado na maioria dos casos. 

9. Pacientes que são professores, profissionais da área da saúde, ou pessoas que trabalham com o público e em lugares com aglomerações precisam ter cuidados especiais? 

Esses pacientes que estejam em locais de aglomerados ou áreas que oferecem maior risco de contágio, devem seguir com rigor todas as medidas de prevenção descritas anteriormente. Caso apresentem os sintomas da infecção pelo coronavírus devem se afastar de suas atividades profissionais até que estejam completamente livres de sintomas, sempre sob orientação do seu médico. 

10. Devo marcar consulta com meu médico para obter informações ou esclarecimentos a respeito de minha doença e a infecção pelo coronavírus? 

A orientação geral é para o paciente agendar uma consulta com o médico nos casos de necessidade de reavaliação para atividade da doença e da medicação em uso, caso contrário, postergar a consulta ou utilizar recursos de comunicação para tirar dúvidas, sabendo ser o ambiente hospitalar de maior risco para contágio.

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