No Dia do Psicólogo, celebrado em 27 de agosto, a psicóloga do Gastro Medical Center, Cintia Salum esclarece sobre os fatores que influenciam a obesidade, entre eles os psicológicos, tendo em vista que nas últimas décadas as pesquisas apontam que o aumento de peso cresce significativamente.

Cintia explica que a doença crônica pode se instalar devido à ingestão exagerada de alimentos gordurosos, ricos em açúcar e sal, mas pobres em vitaminas e minerais, diminuição das atividades físicas em decorrência das facilidades tecnológicas do mundo moderno e além destes dois exemplos, que geralmente são os mais citados, os fatores psicológicos, biológicos, genéticos, culturais, sociais e econômicos em que o indivíduo está inserido.

“Assim sendo, o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento, é de extrema relevância para a obtenção de sucesso em qualquer tipo de intervenção. Cito aqui os médicos, nutricionistas e psicólogos, que devem trabalhar juntos para compreender este fenômeno tão complexo que é a obesidade”, aponta.

Cintia comenta que do ponto de vista psicológico, é importante salientar o papel da família neste contexto, tendo em vista que o problema geralmente está presente em vários integrantes da mesma e muitas vezes é transmitido por gerações.

“É na família que temos nossa primeira experiência social, lugar onde aprendemos os hábitos alimentares. Dessa forma, a dinâmica familiar vai influenciar muito na aquisição ou não de sobrepeso. A relação inicial da mãe e do bebê vai ditar a forma com que a acriança vai se relacionar com a comida. Um exemplo disso é quando a mãe, na ânsia de aliviar o desconforto do bebê, utiliza-se da amamentação toda vez que o bebê chora, tornando assim a relação da criança com o alimento, disfuncional, pois muitas vezes este choro pode ser outra necessidade, que não a fome. Usar alimentos como forma de gratificação, também é um comportamento disfuncional, pois a criança vai relacionar a frustração com a ideia de que a comida vai aliviar este sentimento desconfortável. Reuniões familiares também são sempre regadas a muita comida e bebida, que dependendo da cultura familiar, contará com alimentos mais ou menos saudáveis”, esclarece.

As relações familiares também têm um grande papel na aquisição ou não de sobrepeso, pois abusos físicos e psicológicos são coisas que acontecem muito no seio familiar, e por vezes levarão o indivíduo a utilizar-se da comida como uma fuga para a sua dor emocional.

“Desta forma, é papel da psicologia identificar todas as questões que envolvem a história do indivíduo, para que dando vazão aos seus sentimentos reprimidos, possamos entender como o paciente chegou até este ponto. Identificando as causas, podemos tornar consciente a sua motivação para comer e para que desta forma a pessoa consiga fazer o caminho de volta, dando um novo significado a todas as questões que envolvem a sua vida e para que possa continuar se desenvolvendo de forma saudável em todos os sentidos”, conclui.

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