A doença celíaca é uma doença autoimune em que as células do sistema imunológico atacam o organismo, ocasionando uma resposta inflamatória exagerada. De acordo com a nutricionista Caroline Faé, que atende no Gastro Medical Center, em Florianópolis, isso ocorre com a ingestão do glúten, proteína presente em cereais como trigo, centeio, cevada e aveia. A profissional explica ainda que no Brasil, a aveia pode conter glúten, pois costuma ser cultivada e processada nos mesmos locais que outros grãos que contém a proteína.

“Essa é uma doença sem cura e hereditária. No entanto, pessoas que não têm predisposição genética, têm chances mínimas de desenvolver a doença, e em baixa intensidade”, explica.

Caroline comenta que em pessoas não diagnosticadas com esta doença, a inflamação não ocorre. No entanto, algumas podem apresentar sensibilidade não-celíaca, com alguns dos sintomas da doença. “Em uma intensidade muito menor”, ressalta.

Os sintomas

Os principais sintomas da doença celíaca são diarreia crônica, dor e distensão abdominal, perda de peso, anemia crônica, lesões na pele, cansaço, deficiência de nutrientes. “Quando houver suspeita da doença, é preciso procurar um médico que orientará para a realização de um teste sorológico que, se for positivo, segue com uma biópsia intestinal para confirmação do diagnóstico”, explica Caroline.

Atenção aos rótulos dos produtos

Segundo a nutricionista, um dos principais cuidados que as pessoas celíacas devem ter é o rótulo de produtos tendo em vista que as embalagens precisam trazer a informação de se há ou não a presença de glúten no preparo do mesmo.  “Nem sempre o glúten é utilizado como ingrediente, no entanto, o produto alimentício pode ter sido processado em equipamentos que produzem alimentos com glúten. É essencial essa atenção aos rótulos”, destaca a nutricionista.

Entres os grãos e cereais que podem substituir aqueles que são ricos em glúten estão a farinha de arroz, aveia (sem glúten, existem algumas no Brasil e isso deve estar descrito no rótulo), milho, mandioca, coco, castanha, grão de bico, entre outros.

“Como a doença pode trazer outros problemas quando não tratada adequadamente, é importante que as pessoas tenham informações para entender necessidade de manter uma dieta livre de glúten. Assim que o diagnóstico for confirmado, é recomendado sempre uma consulta com um profissional na área para a orientação da dieta específica e personalizada”, completa a nutricionista.

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