Este tipo de Hepatite é líder no número de mortes e a transmissão se dá por sangue contaminado, incluindo sexo sem proteção. Doença pode evoluir para a cirrose e ser fatal

Dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), apontam que nosso Estado é o terceiro com maior taxa de incidência de Hepatite C, ficando atrás apenas do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Atualmente, 164 pessoas recebem atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em diversas cidades catarinenses.

A transmissão da Hepatite C se dá por sangue contaminado, sexo desprotegido, compartilhamento de objetos cortantes e de uso pessoal. A incidência é maior em adultos acima de 40 anos. Não há vacina. O tratamento é feito com antiviral de ação direta, com chances de cura acima de 90%. Quando a infecção persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, há a evolução para a forma crônica da doença. Cerca de 20% dos infectados cronicamente pelo vírus da Hepatite C podem evoluir para cirrose hepática e cerca de 1 a 5% para câncer de fígado. Podendo, portanto, ser fatal.

A adoção de hábitos que podem quebrar a cadeia de transmissão da Hepatite C é fundamental. A transmissão do vírus pode ocorrer por meio do compartilhamento de objetos como agulhas e seringas, lâminas de barbear ou de depilar, instrumentos para uso de drogas, materiais de manicure, escovas de dente ou materiais para tatuagens e colocação de piercings. A contaminação por via sexual entre parceiros heterossexuais é pouco frequente, porém, entre homens homossexuais e na presença da infecção pelo HIV (vírus da Aids), a possibilidade de transmissão também deve ser considerada.

Os sintomas da Hepatite C aguda é muito raro. Entretanto, os mais comuns são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos; febre; dor abdominal; pele e olhos amarelados; urina escura e fezes claras.

O diagnóstico das hepatites virais (A,B e C) pode ser realizado por exames de sangue. Os testes rápidos são os mais utilizados, o que facilita a identificação da doença e o início imediato do acompanhamento médico. Por se tratar de uma doença silenciosa, é importante consultar seu médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam todas as formas de hepatite.

A Hepatite C é líder no número de mortes entre todos os tipos de hepatites virais. Em 2015, foram 2.028 mortes em todo o país causadas pela doença, contra 451 óbitos pelo tipo B e 24 pelo tipo A.

Consulte seu médico regularmente e em qualquer sintoma diferente em seu corpo, busque orientação com seu médico de confiança.

Fonte: reportagem de Andréa da Luz, jornal Notícias do Dia – Florianópolis

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